Os Velhos

Quem Somos

Guilherme Augusto

Formado em Jornalismo na Fundação Educacional do Município de Assis e pós-graduado em Cinema na Universidade Tuiuti do Paraná em Curitiba. Um apaixonado pela Arte, pronto para receber todos os sentimentos que ela pode proporcionar. Se esses sentimentos são bons ou ruins, você poderá conferir no Pisovelho.

O site Pisovelho (antigo Primeira Impressão, Segunda Opinião) é destinado aos apaixonados por entretenimento. Criado no dia 9 de fevereiro de 2009, é disposto a trocar ideias sobre este universo, principalmente o cinematográfico e fonográfico.

E não esqueçam: A vida é bela, nós que somos feios.

Luiz Antônio Martins

Comecei a gostar de cinema muito cedo, ainda criança, quando fui apresentado pelos meus pais a clássicos da animação, como Pinnochio, e até clássicos mais recentes, como Toy Story. Com o passar do tempo e algumas mudanças, fui começando, como era de se esperar, a me interessar também pelos filmes live action, em um processo que contou com a ajuda do meu vô, um eterno apaixonado por filmes western e pelos grandes blockbusters de ação, tendo ao longo do tempo criado uma coleção que beira os 500 filmes.

Hoje, quando me perguntam qual tipo de filme eu gosto, costumo dizer que gosto de filmes bons, uma vez que não tenho aversão a nenhum gênero, estilo, nacionalidade, ou coisa do tipo. Vejo de tudo, sempre com a máxima de que cinema bem feito é e sempre será bem vindo. Além disso, gosto bastante de acompanhar premiações e, curiosamente, acabo tendo uma boa memória a respeito de dados de filmes, atores, diretores, etc. Muitas vezes coisas até bem desnecessárias, mas enfim. Vai entender.

Aprecio bastante também outras formas de Arte, como literatura, música e até televisão. Vivo tendo inúmeras ideias, até chego esboçá-las no papel, mas na maioria das vezes acabo não concluindo e deixando pra trás. Coisa aliás que alguns amigos mais próximos meus vivem lembrando.

Pretendo fazer faculdade de Direito, que é um desejo antigo meu, mas, assim que acabar, pretendo concluir um sonho maior ainda. Cursar a faculdade de Cinema. Bom, até lá, é seguir nutrindo a paixão pela sétima arte, sempre torcendo para que todo ano surjam aqueles grandes filmes que fazem questão de nos lembrar porque o Cinema é tão mágico e encantador.

Ana Clara

Meu nome é Ana Clara. Sou formada em Letras e comecei agora a ser professora. Leio bastante, principalmente literatura clássica e HQ.

Resenhar é uma experiência nova, mas é um processo natural, já que estou buscando mais do que ler os livros.

Gosto muito de comida, de filmes, de fotografia, animais e feminismo. Estou cada dia mais míope. De verdade.

João Neto

Nasci em Jaú, uma cidade no interior de São Paulo da qual provavelmente você nunca ouviu falar. Sou estudante de Jornalismo e apaixonado por Cinema desde sempre. Leitor assíduo de histórias em quadrinhos desde os sete anos, um apaixonado por música e quase aposentado dos games. A literatura de ficção científica é um dos prazeres da minha vida.

Ainda aprendendo a ler e interpretar o mundo, estou por aí para compreender a nossa realidade através das manifestações artísticas. Gostaria de ser pago para estudar, mas ainda não alcancei esse objetivo na vida. Política, filosofia e sociologia são parte das minhas ocupações no tempo ocioso.

Na maior parte do tempo estou atarefado, mas vou adorar se algum leitor entrar em contato, pra essas coisas a gente sempre arruma um jeitinho!
Até mais, e obrigado pelos peixes!

Aline Sabbadini

Aline, uma escolha de nome justamente por não permitir muitas variações de apelidos.

Apaixonada por cinema. Viciada em café. Quase formada em Psicologia. Sintética. Estética. Libriana. Obsessiva. Resenhista iniciante (bem iniciante mesmo).

Isso diz um pouco de mim (ou muito pouco). E como diria Fernando Pessoa, “sou um formidável dinamismo obrigado ao equilíbrio”.

Renata Barbosa Almeida

Me definir… Posso fazer isso, mas não prometo linhas retas nem enfeites florais. Às vezes quero, mas não tento. Tento, mas não consigo. Desanimo, mas vou até o fim. Não vou até o fim e paro no meio.

E ainda nem comecei! Vivo nesse zigue-zague: sou agora o que não era antes e que foi um dia. Sempre me escondi querendo aparecer, por isso escrevo… Porém antes aparecia demais: toda aquela escuridão ficava clara demais no papel; meus olhos não gostavam, nem minhas palavras, todo mundo podia ver. Até que comecei a fazer combinações. E eu as palavras não gostamos de objetividade, pois as desgastam demais e eu prefiro discrição, além de múltiplos sentidos que elas oferecem. Não tenho ciúmes! Eu deixo elas falarem com você, afinal nunca terei controle sobre elas, são assanhadas mesmo!

Sei que estou falando demais nas minhas palavras e não há como fazer diferente: elas me expressam e eu as expresso. Eu não posso ficar muda! Meus pensamentos transbordam e se multiplicam e saem correndo, tanto que estão aqui e por aí. Mergulhei nas letras por conta de outro idioma, entretanto temos uma relação muito formal que se resume a trabalhos acadêmicos, bem como trabalho e música. Mas quanto à última, relação entre mim e a língua inglesa se estreitou através dela.

Simplesmente me apaixonei pela melodia e universalidade desse idioma. Mesmo assim insisto que, por enquanto, eu e as palavras desse idioma forasteiro mantemos uma relação diplimática. Me encontrei nas minhas palavras.

Até aqui esse é meu eu com palavras. E quando é só a Renata? É legal mas surta de vez enquando. Andava meio murcha, mas agora tá toda animadinha. Parece com muitas e existem muitas, mas dentro de uma.

Rafael Silva

Meu interesse pelo cinema começou em 2000 quando vetaram a minha exibição particular de O Mágico de Oz. No ano seguinte, procurei todos os indícios e vestigios desse filme, os quais pude pegar em uma época que tais informações eram escassas e restritas.

Virei um colecionador de particularidades. Me atrairam os figurantes e as dançarias segundarias, e com isso comecei a me atrair também pelo que esta atrás de tudo. Em 2003, fiz o roteiro e dirigi um curta-metragem com uma equipe da comunidade local, que tive prazer de trabalhar. Hoje meu foco profissional esta voltado para a área tecnológica, contribuindo apenas com o meu conhecimento para as artes e escrita.

Contos, histórias e poemas estão entre minha carga organizada de pensamentos que coloquei no papel, entre os quais pude compartilhar com amigos próximos.

Para o futuro, espero idéias centralizadas na área do cinema, grandes roteiros e produções de pensamento. Meu foco atual é nostálgico, cultuo muito o antigo e vivo no cinema de vanguarda no qual pego e abstraio grandes iguarias.

Evelyn Lohmann

Vivo no mundo da lua, sempre imaginando e criando realidades alternativas na minha mente. Amante das coisas simples (e bobas) da vida, detesto tudo que seja muito caro ou frescurento. Tenho um sério problema com portas, escadas, paredes, hospitais e em andar em linha reta, mas isso não vem ao caso agora.

Ainda não sei o que quero da vida. E nem me preocupo com isso, afinal, a vida faz tanto sentido quanto mortadela voando. Ah, também crio expressões para lá de originais, como vocês devem ter percebido.

Beatlemaniaca, estou sempre ouvindo música. Adoro desenhar, seja no caderno, seja no papel do pão. Não, isso não quer dizer que eu desenhe bem. Adoro ler, desde livros clássicos até bula de remédio, mas escrever não me atraía tanto. Isso mudou quando tive que escrever uma crônica para um trabalho. Pedi ajuda ao meu primo, Guilherme Augusto, e, sem querer, ele me mostrou que escrever pode ser algo divertido e ao mesmo tempo sério.

Escrevi outras crônicas e ele me convidou para entrar na equipe do Piso. Resumindo, amo os livros e a música, meu senso de direção e equilíbrio é um pouco ineficiente, tenho pouca experiência na escrita e, segundo amigos e parente, sou louca.