O rock morreu tantas vezes que já perdi a conta. Mesmo não sendo o estilo mais popular das rádios, tem seu público fiel que, com certeza, passará essa paixão de geração em geração. A proposta da lista abaixo é mostrar que o rock não ficou parado no século 20 (leia nosso especial One, Two, Three, Four! Rock N’ Roll), e que muita coisa boa surgiu nesses últimos 16 anos. No entanto, fugindo um pouco das listas convencionais, selecionei os álbuns (internacionais) responsáveis por construir minha visão sobre a música em geral. Posso afirmar que a experiência com cada um foi fantástica e marcante, além de ser álbuns extremamente viciantes e, provam mais uma vez, que o rock está longe de morrer.

 

Eis a primeira parte da lista:

 

20. El Camino – The Black Keys (2011)

 

 

rock alternativo dominou esses últimos anos e mostrou que o estilo pode soar diferente e inovador, mesmo que para isso precise retornar às origens.

 

19. Elephant – The White Stripes (2003)

 

 

Por falar em alternativo, e seguindo a mesma linha da The Black Keys, o casal da The White Stripes repete o conceito que dois músicos talentosos são o bastante para marcar uma geração. Jack White, posteriormente, conseguiu ser dono de uma carreira solo impecável, vide Lazaretto.

 

18. Audioslave – Audioslave (2002)

 

 

Uma banda que nasceu para ser clássica. Quem diria que a união da Rage Against The Machine com o vocalista Chris Cornell daria tão certo? Uma pena que acabou cedo, mas não antes de lançar três álbuns excelentes.

 

17. Stadium Arcadium – Red Hot Chili Peppers (2006)

 

 

Lembro como se fosse hoje quando assisti o clipe de Dani California no Fantástico. Minha cabeça explodiu. Último trabalho com o guitarrista John Frusciante, despertou em mim um interesse maior pela banda, apesar de já conhecer os clássicos, não prestava muita atenção nela. Antes tarde do que nunca.

 

16. Wig Wamania – Wig Wam (2006)

 

 

Primeiro álbum que mostra como essa lista é pessoal mesmo. Viciante ao extremo, Wig Wam entregou um presente para os fãs do hard rock farofa, famoso nos anos 80. Uma épica e cativante homenagem chamada Wig Wamania.

 

15. Amaryllis – Shinedown (2012)

 

 

Já conhecia a banda Shinedown antes de Amaryllis, porém foi só depois disso que me tornei fã incondicionalmente da banda.

 

14. The Pale Emperor – Marilyn Manson (2015)

 

 

Quando The Pale Emperor foi lançado, não dei o valor que merecia, mas foi crescendo com o tempo e hoje o tenho como um dos melhores álbuns de 2015. Manson exorcizando seus demônios com estilo.

 

13. Tinnitus Sanctus – Edguy (2008)

 

 

Tinnitus Sanctus me introduziu à banda Edguy, depois disso, o estrago já estava feito: tornou-se um vício. Um dos ensinamentos deste álbum foi me mostrar que uma banda não precisa prender-se a uma vertente para continuar fazendo rock de qualidade.

 

12. Hot Fuss – The Killers (2004)

 

 

Mr. BrightsideSmile Like You Mean ItSomebody Told MeAll These Things That I’ve Done, precisa de mais exemplos para entender porque esse é um verdadeiro clássico indie? The Killers, sem sombra de dúvida, foi uma das bandas mais influentes deste século.

 

11. American Idiot – Green Day (2004)

 

 

Furei o CD de tanto ouvir este álbum. Green Day dominou tudo em 2004, e com os devidos méritos. Excelente para ouvir no volume máximo.


Espere! Ainda não acabou. Confira as dez últimas em Álbuns recentes que mudaram minha vida – Parte 2.