O Sol é Para Todos – Harper Lee

 

Eu tenho uma relação particular com esse livro. Amo o jeito como esses personagens lidam com a vida… é um blues triste e feliz. Não sei explicar porque amo tanto.  É o mesmo amor que tenho pelo A Resposta, de Kathryn Stockett. Para mim é mais que um clássico, é um livro de dormir de conchinha.

 

A Cor Púrpura – Alice Walker

 

Vide a explicação de O Sol é Para Todos. É o mesmo sentimento.

 

Minhas Mulheres e Meus Homens – Mario Prata

 

Eu ri muito porque é inteligente e sem pudor. Mario Prata é foda e nesse livro descobri um dos melhores autores brasileiros, sem exagero.

 Sobreescrita

 

Sobre a Escrita – Stephen King

 

Se você tem preconceito com o mestre Stephen King, ponha-o de lado agora. Ele deve ser respeitado não só pela vasta obra que criou, mas também pela propriedade com que fala sobre a profissão de escritor. Deu vontade de largar tudo e ficar escrevendo. 

 

O Oceano no Fim do Caminho – Neil Gaiman

 

Uma vontade enorme de comer geleia, arranhar o joelho, e chorar sem parar lendo esse livro. A melhor época da minha vida foi minha infância, e esse livro me fez lembrar muito disso.

 

Intermitências da Morte – José Saramago

 

É Saramago. Não sei nem o que dizer.

 

Exorcista

 

O Exorcista – William Peter Blatty

 

Tinha um pouco de preconceito por ser o tipo de livro pop. Depois que terminei, ergui meu queixo.

Literatura fina, bem escrita, fluida. Leria todo ano. Talvez leia.

 

Crime e Castigo – Fiódor Dostoiévski

 

É um clássico fodido. Nunca tinha lido e me impressiona como o autor consegue colocar o leitor tão perto de um personagem aparentemente tão distante.

 

As Brumas de Avalon – Marion Zimmer Bradley

 

Bruxaria e feminismo, preciso dizer alguma coisa? 

 

A Casa do Poeta Trágico – Carlos Heitor Cony              

 

É trágico, triste e sem frico frico. Tem palavrão e tem cena de sexo sem pudor. Precisamos de mais livros assim.