por Evelyn Lohmann: ER Depois de vinte anos do seu último álbum de estúdio, The Divison Bell, Pink Floyd lança seu álbum de despedida: The Endless River. Este trabalho é o resultado de mais de vinte horas de material que sobrou das gravações do último disco. É também uma homenagem da banda para o seu ex-tecladista Richard Wright, morto em 2008 devido a um câncer. Uma obra basicamente instrumental que pode parecer tediosa ou sonolenta em uma primeira audição, mas que se ouvida atentamente nos revela a musicalidade da banda, a sua progressividade como marca registrada. Não temos aqui um novo álbum brilhante como The Wall ou The Dark Side Of The Moon, mas talvez a grande expectativa dos fãs fez com que o álbum desapontasse um pouco. Contudo, não é um álbum ruim, longe disso, os solos de David Guilmour e os teclados de Wright são a prova disso. Outro destaque do álbum é a participação do físico Stephen Hawking nas faixas Things Left Unsaid e Talkin’ Hawkin’. A única faixa não-instrumental, Louder Than Words foi composta pela esposa David Gilmour, Polly Samson. Soa sentimental e um tanto melancólica por causa dos coros femininos e da guitarra “chorada” de Guilmour, sendo a despedida perfeita a uma das maiores bandas da história. Tracklist: 01. Things Left Unsaid
02. It’s What We Do
03. Ebb And Flow
04. Sum
05. Skins
06. Unsung
07. Anisina
08. The Lost Art Of Conversation
09. On Noodle Street
10. Night Light
11. Allons-Y (1)
12. Autumn ’68
13. Allons-Y (2)
14. Talkin’ Hawkin’
15. Calling
16. Eyes To Pearls
17. Surfacing
18. Louder Than Words Nota: Bom  MA Praticamente após um ano de Nexus, a banda Amaranthe não perdeu tempo e já lançou seu novo álbum: Massive Addictive. Apesar da banda dar continuidade ao ótimo trabalho do antecessor, este álbum não mostra nada de muito diferente em relação ao som. Temos aqui as vozes bem equilibradas – lembrando que são três vocalistas, mesmo que Elize Ryd ganhe cada vez mais destaque, enquanto Andy Solvestrom fique apenas como um back vocal – as guitarristas pesadas, aceleradas e melódicas, músicas com refrãos marcantes e muitos motivos para não ficar parado. Destaque para os “hitsDrop Dead Cynical, Trinity e a belíssima SkylineTracklist: 01. Dynamite
02. Drop Dead Cynical
03. Trinity
04. Massive Addictive
05. Digital World
06. True
07. Unreal
08. Over And Done
09. Danger Zone
10. Skyline
11. An Ordinary Abnormality
12. Exhale Nota: Bom SD Estava tranquilo em uma loja quando começo a escutar uma música do rádio. Essa música me deu um sentimento de nostalgia de ter escutado ela há muito tempo e fiquei surpreso de como poderia ter esquecido de uma canção tão perfeita. O nome desta obra prima é Like a River Runs e não perdi tempo para conhecer o álbum que contem ela. Strange Desire é um velho amigo que você nunca conheceu. Jack Antonoff, integrante das bandas Steel Train e Fun (ambas indies), lançou este ano (desculpa se eu demorei para descobri-lo, mas são tantos lançamentos por semana que vou pelo meu gosto) seu primeiro trabalho solo com o pseudônimo Bleachers. O projeto foi trabalhado na surdina, mas isto é apenas um detalhe deste inspirado álbum que conta com outras inesquecíveis faixas como Wild Heart, Rollercoaster, o hit I Wanna Get Better e Reckless Love. Músicas que junto com o rock alternativo, abusam de música eletrônica e outras experimentações de Antonoff, mesmo que ele exagere um pouco na produção (ou invenção desnecessária) em algumas partes,  ficando até difícil saber o que está cantando. Um álbum que chegou aos meus ouvidos para ficar. Tracklist: 01. Wild Heart
02. Rollercoaster
03. Shadow
04. I Wanna Get Better
05. Wake Me
06. Reckless Love
07. Take Me Away (feat. Grimes)
08. Like A River Runs
09. You’re Still A Mystery
10. I’m Ready To Move On/Wild Heart Reprise (feat. Yoko Ono)
11. Who I Want You To Love Nota: Ótimo