Strut Quem não conhece Lenny Kravitz quase certeza que deve conhecer seus maiores sucessos como Again e Fly Away que marcaram o final dos anos 1990. Ou quem vai ao cinema, pode reconhece-lo como o estilista Cinna na franquia Jogos Vorazes.  Sabendo quem ele é ou não, o importante é que seu novo trabalho na música, Strut, é um dos álbuns mais divertidos do ano. Difícil ficar sem dançar, e é admirável como Lenny consegue trazer uma unidade entre as músicas, mesmo com a nítida diversidade de influências que ele tem na bagagem como o reggae, soul, rock e funk. O disco começa com tudo com a sensual Sex, trazendo um riff de guitarra viciante, algo que ele faz tão bem. O baixo é outra presença marcante, principalmente na nostálgica (lembra bastante uma música feita nos anos 1980) The Chamber. As baladas não ficam atrás e são representadas pelas ótimas The Pleasure And The Pain e She’s a Beast. E se algum dia você estiver sentindo-se desanimado, ouça I’m a Believer que tudo ficará bem. Na verdade, confira o álbum inteiro por precaução.  Tracklist: 01. Sex
02. The Chamber
03. Dirty White Boots
04. New York City
05. The Pleasure And The Pain
06. Strut
07. Frankenstein
08. She’s a Beast
09. I’m a Believer
10. Happy Birthday
11. I Never Want To Let You Down
12. Ooo Baby Baby Nota: Ótimo WF A dupla Slash e Myles Kennedy está de volta, apoiados pela banda The Conspirators,  no recente álbum: World On Fire. Mesmo tendo achado bom o último trabalho de Myles à frente do Alter Bridge, ainda prefiro o vocalista ao lado do ex-guitarrista do Guns. A previsão de um ótimo trabalho era das melhores, pois o último trabalho foi o ótimo Apocalyptic Love. Contudo, mesmo não sendo tão bom como seu antecessor  (o outro tem uma obra prima chamada Anastasia), este álbum deve agradar os fãs. Slash investe em um rock  mais pesado, com Myles cantando muito. Destaco músicas como a faixa-título, 30 Years To Life, Too Far Gone e The Dissident. A banda The Conspirators dá um show de competência. Quem decepciona mesmo é Slash que pode fazer muito mais do que mostra aqui, tocando solos esquecíveis (com algumas exceções como em Safari Inn) e riffs repetitivos. Se não tivesse o nome dele na capa, seria difícil acha-lo entre as 17 faixas.    Tracklist: 01. World On Fire
02. Shadow Life
03. Automatic Overdrive
04. Wicked Stone
05. 30 Years To Life
06. Bent To Fly
07. Stone Blind
08. Too Far Gone
09. Beneath The Savage Sun
10. Withered Delilah
11. Battleground
12. Dirty Girl
13. Iris Of the Storm
14. Avalon
15. The Dissident
16. Safari Inn
17. The Unholy Nota: Bom