LP Linkin Park foi uma das bandas que marcaram a época da minha adolescência, e apesar de todos os meus colegas curtirem a banda, o neo-metal nunca chegou a ser unanimidade no meu gosto musical. Depois de anos de estrada, a banda lança seu sexto álbum de estúdio, The Hunting Party, e a sensação é que estou vivendo aquela época outra vez. Chester Bennington abre o disco aos berros e na primeira faixa, Keys To The Kingdom, fica claro a proposta de resgatar o som pesado que fez a banda ganhar fama mundial. Um som pesado que une música industrial com rap e que virou tendência no final dos anos 90. O novo álbum é um resgate ao melhor momento da banda, e esse melhor momento pode ser ouvido na explosiva Guilty All The Same. O projeto também tem participações de outros artistas como Daron Malakian do System Of A Down e Tom Morello do Rage Against The Machine. Fora algumas inserções entre as músicas que entregam uma melhor unidade ao disco. Linkin Park continua uma banda jovem como nunca.  Tracklist: 01. Keys To The Kingdom
02. All For Nothing (Feat. Page Hamilton)
03. Guilty All The Same (Feat. Rakim)
04. The Summoning
05. War
06. Wastelands
07. Until It’s Gone
08. Rebellion (Feat. Daron Malakian)
09. Mark The Graves
10. Drawbar (Feat. Tom Morello)
11. Final Masquerade
12. A Line In The Sand Nota: Bom Nexus A banda sueca-dinamarquesa Amaranthe é uma bagunça que deu certo, muito certo. Só de início, nós temos três vocalistas que conseguem encontrar um invejável equilíbrio em todas as canções, misturando vocais de diferentes timbres, deste o vocal gutural de Andy Solvestrom, o lírico de Elize Ryd e o mais limpo (funcionando como uma ponte entre os dois) de Jake E. Se não fosse o bastante ouvir essa experiência interessante de três vocais principais juntos, a banda ainda traz consigo várias influências do metal como o melódico, trash e power. The Nexus é o álbum responsável por esta união perfeita, com 11 faixas que não deixam de empolgar em nenhum momento, recheado de refrãos marcantes, com uma pegada também do rock de arena. Invincible, Theory Of EverythingBurn With Me são belos exemplos deste grande trabalho, além de Electroheart que mostra outra característica da banda que é a música eletrônica. Ou seja, eles provam que músicos não podem tampar seus ouvidos apenas para um tipo de som. Tracklist: 01. Afterlife
02. Invincible
03. The Nexus
04. Theory Of Everything
05. Stardust
06. Burn With Me
07. Mecanical Illusion
08. Razorblade
09. Future On Hold
10. Electroheart
11. Transhuman
12. Infinity Nota: Ótimo JP Redeemer Of Souls não é um novo clássico da banda Judas Priest, e nem deveria gerar esta expectativa qualquer novo álbum de uma banda lendária. Só pelo fato dos britânicos estarem produzindo material novo (e com qualidade), já é algo para se comemorar. O recente trabalho de Rob Halford e companhia traz o bom e velho heavy metal da banda (com umas escapadas com o hard rock), com um som agressivo, acelerado e sujo, dando melodia para canções épicas. Não tem como ficar parado em nenhum momento. Dragonaut abre o disco chutando o balde, seguido da viciante faixa-titulo e, sem deixar o ritmo cair, ainda tem grandes músicas como Sword Of Damocles, March Of The Damned e Hell & Back. Um trabalho que só vem para enriquecer esta invejável carreira da banda. Tracklist: 01. Dragonaut
02. Redeemer Of Souls
03. Halls Of Valhalla
04. Sword Of Damocles
05. March Of The Damned
06. Down In Flames
07. Hell & Back
08. Cold Blooded
09. Metalizer
10. Crossfire
11. Secrets Of The Dead
12. Battle Cry
13. Beginning Of The End Nota: Bom