Sem Limites Neil Burger despontou em 2006 com o bom O Ilusionista. Em 2011, voltou ao boca-boca com criticas positivas relacionadas ao seu filme Sem Limites. Protagonizado por Bradley Cooper, temos uma viciante e frenética história sobre um escritor (na sempre crise de criatividade) que, em tempos de novas drogas, descobre uma maneira de usar 100% de seu cérebro, levando sua vida ao sucesso imediato. Contudo não será o único interessado nessa novidade. Sem Limites funciona muito bem como entretenimento, além de abrir uma discussão sobre ética e moral. E nos faz pensar no grande poder que temos em nossa mente. O conhecimento. Nota: Ótimo Paris Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original, Meia Noite em Paris é um tributo a arte e uma reflexão sobre o saudosismo que transforma nossa época sempre inferior a outra. Woody Allen continua suas produções na Europa, entregando mais um brilhante trabalho. A história de Gil (Owen Wilson), um roteirista bem sucedido do cinema americano, que tem a oportunidade de passar um tempo em Paris junto com sua noiva. Sempre vangloriando a década de 20 da Cidade da Luz, Gil acaba emergindo numa aventura fantasiosa que o faz despertar sobre o rumo de sua vida, sua alma literária e o verdadeiro significado do amor. E ver que não importa a época que vivemos, mas o que fazemos para torná-la memorável. Nota: Foda CowboyDepois de grandes sucessos dos dois  Homem de Ferro, Jon Favreau levou ao cinema outra adaptação de HQ, não com a mesma qualidade. Tendo seu primeiro ato no melhor estilo do western: do forasteiro (Daniel Craig) procurado pelo poderoso fazendeiro (Harrison Ford) da pequena cidade, Cowboys Vs Aliens começa a se desenvolver mesmo quando alienígenas ameaçam toda a vida do povoado. Apesar do filme ter bons momentos, não consegui me importar com nenhum dos personagens. São tantos (a maioria mal desenvolvida) e ainda tendo com alguns desinteressantes. O roteiro consegue diminuir o enorme deserto para facilitar a cavalgada de um ponto ao outro sem precisar escurecer o dia. E os aliens ainda não chegam a proporcionar épicas aventuras contra os cowboys. A sensação é que um pouco de Tony Stark faltou na história. Nota: Regular Contagio Muitos ainda devem se recordar da Gripe Suína, formalizada por H1N1, que aterrorizou e mudou a forma de viver em sociedade. Atualmente a maioria das pessoas não continuaram os cuidados que aprenderam naquela  época, pois há a ideia de não haver mais perigo. O perigo sempre estará vivo, só que não conseguimos ver. Contágio, filme de Steven Soderbergh (O Desinformante, Che), mostra como seria nosso fim através de uma doença biológica pior do que a citada acima. Com um ritmo bem lento, possibilitando uma visão mais analítica do que tensa, acompanhamos várias histórias envolvidas por um inimigo desconhecido e mortal. Um vírus que nos faz pensar o quanto cuidamos de nós mesmos. Nota: Ótimo Paul A dupla Simon Pegg e Nick Frost são dois representantes de grandes filmes nerds como, por exemplo, os de Edgar Wright (Scott Pilgrim, Todo Mundo Quase Morto). E, sem o diretor inglês, os dois se uniram novamente para dar vida ao filme Paul. Dirigido por Greg Mottola, a história é recheada de homenagens e sátiras de famosos filmes de ficção cientifica. Afinal, um filme que começa na Comi-Con, envolve um alienígena (Seth Rogen) e ainda tem uma participação sonora de Steven Spielberg, é para qualquer nerd se divertir. Apesar de algumas piadas serem batidas e repetitivas (como o alien prender a respiração ou ficar fazendo graça com o corpo), Paul diverte simplesmente por se entregar ao seu amor pela ficção cientifica. Nota: Bom Ataque Agora uma produção realmente britânica. E adivinha quem também está no elenco? Nick Frost. Ataque Ao Prédio, filme de Joe Cornish (um dos colaboradores, adivinha de quem? Edgar Wright), resgata os bons tempos de filmes como Gonnies e Aliens. Contando a aventura de vários jovens da periferia de Londres, que ao matarem um alien, precisam enfrentar a ira de uma raça inteira querendo vingança. Divertido, violento e empolgante, um filme que injustamente saiu direto para locação. Mesmo assim, Ataque Ao Prédio já garantiu seu espaço aqui no blog. Nota: Bom 3 Antes de mais nada, um fato interessante que me fez assistir Atividade Paranormal 3. Tinha comprado 3 ingressos no cinema, um para A Pele Que Habito, O Palhaço e O Contágio. Porém, devido a um cansaço, acabei confundindo as salas do terceiro filme que iria assistir e parei na sessão errada. Deve ter sido obra de algum espirito. Depois do susto e arrependimento de ter errado de sala e visto que aquilo não era um trailer, só me restou conferir o novo capítulo da trilogia sobrenatural. Mesmo com ângulos interessantes que deixaram o filme ainda mais tenso, não foram o bastante para impedir que eu, novamente, bocejasse durante grande parte do longa. Respeito quem goste, quem se assusta com portas batendo e objetos que ficam caindo, mas mesmo sendo o melhor da franquia, não foi o bastante para me conquistar, ou assustar. Nota: Regular Guerreiro Uma história pode ser contada por várias vozes. E em cada voz, você ouvirá uma história diferente. Penso desta maneira quando alguém diz que aquele filme tem muitos clichês e não irá ver, pois já sabe todos os acontecimentos. O Guerreiro tem tudo o que os filmes de superação apresentam: problemas familiares, dívidas, uma força que empurra o herói para a vitória… E desta vez, o boxe fica de lado para dar seu lugar ao sucesso do MMA. Joel Edgerton e Tom Hardy interpretam dois irmãos que voltam a lutar por seus próprios princípios e, durante a jornada, descobrem através do sangue derramado no ringue, o verdadeiro significado de uma família. Violento, emocionante e com cenas no octógono que farão sua espinha dorsal revirar. Guerreiro é tão intenso que senti o osso do meu braço quebrar durante o filme. Nota: Ótimo