XyloOuvir o quinto ábum de estúdio desta banda britânica, Mylo Xyloto, é como ouvir apenas uma música com várias melodias representando os mais diversos sentimentos. Escrevi isso para tentar mostrar a bela unidade que o Coldplay construiu em seu novo trabalho. Uma tentativa que só pode ser comprovada se você também ouvir. 14 canções foram escolhidas para compor o álbum. Algumas funcionam como pontes para outras músicas, mas sem perder sua qualidade instrumental. “Mylo Xyloto”, a música de abertura, é uma premissa para a empolgante “Hurts Like Heaven”. Assim repete também com “Every Teardrop Is a Waterfall”, que deste sua estreia como single, estou viciado. E pode colocar na conta como mais um clássico da banda ao lado da épica “Paradise”. Até Rihanna não compromete em “Princess of China” que promete ser um dos hits mais tocados nos próximos meses. Mylo Xyloto é dançante, melódico, suave, poético. Um álbum que ao ouvi-lo se torna visual. Realizando seu belo e velho som, Coldplay ainda consegue ser relevante. Tracklist: 1. Mylo Xyloto
2. Hurts Like Heaven
3. Paradise
4. Charlie Brown
5. Us Against the World
6. M.M.I.X.
7. Every Teardrop Is a Waterfall
9. U.F.O.
10. Princess of China
11. Up in Flames
12. A Hopeful Transmission
13. Don’t Let It Break Your Heart
14. Up with the Birds Nota: Ótimo de Renata Barbosa: Fallen Reparou que o Evanescence mudou todos integrantes com exceção da vocalista? Quer saber por onde eles andam? Curtiu a sétima temporada do American Idol, principalmente uma das finalistas Carly Smithson? Seus problemas acabaram! A resposta para estas questões é só uma: We Are The Fallen. O nome de banda se refere a todos os integrantes, pois eles têm algo em comum: todos saíram dos projetos em que estavam – Ben Moody, John LeCompt e Rocky Gray ex-Evanescence, Marty O’Brien ex-Disturbed e Carly Smithson sexto lugar no programa American Idol. Há quem diga que a banda é uma imitação descarada do Evanescence. Porém, mesmo se torcerem o nariz para o som dos “Fallen”, temos que admitir e lembrar das origens dos músicos. Partindo deste princípio, a sonoridade dos caras não é novidade. Porém, isso não significa uma “mesmice” descabida. Atrevo-me a dizer que o álbum de estréia Tear The World Down é uma versão mais amadurecida e menos mercadológica do Evanescence no álbum Fallen (2003). Apesar de que existem as exceções como o primeiro single “Bury Me Alive” e “Sleep Well My Angel” que repetem fórmulas das canções “Going Under” e “My Immortal” respectivamente. Um diferencial importante é a voz de Carly, sua interpretação das músicas é agressiva e intensa (além de sua qualidade vocal indiscutível). Destaques para “Burn”, “St. John”, “Tear The World Down” e “Don’t Leave Me Behind” que demostram mais a personalidade da banda que os ares de outros tempos. Tracklist: 01. Bury Me Alive
02. Burn
03. Paradigm
04. Don’t Leave Me Behind
05. Sleep Well, My Angel
06. Through Hell
07. I Will Stay
08. Without You
09. St. John
10. I Am Only One
11. Tear The World Down Nota: Bom