Locadora1 Tony Scott repete pela quarta vez a parceria com Denzel Washington. Mostrando que a dupla não quer deixar barato para duplas como Burton e Deep, De Niro/DiCaprio e Scorsese, entre outros. Brincadeiras a parte, Incontrolável é uma ótima opção para quem gosta do estilo movimentado de Scott onde a câmera não concentra por um segundo a cena em questão, dando a sensação de movimentação até quando os personagens estão simplesmente conversando. Assim, para o novo trabalho, sua maneira de filmar só tem a acrescentar. O trem desgovernado pelo estado da Pensilvânia é responsável por um de seus melhores trabalhos, diferente do seu mediano antecessor. Ainda temos o capitão Kirk, Chris Pine, sendo o condutor de outro transporte. Não pisque para não perder o trem. Nota: Ótimo Locadora2O melhor sempre fica para o final”. E mais um pouco de blá, blá, blá… Até o pernilongo, que vive do meu sangue, sabe que o menos importante em Jogos Mortais é o roteiro. O importante é morte, sangue, morte, sofrimento, sangue, angústia, morte, sangue, mutilação, mais sangue e assim vai. Agora chegando enfim ao sétimo filme da série, se intitulando O Final (será mesmo?), temos algumas perguntas respondidas e dúvidas que ficaram no ar deste o primeiro. De resto sobram as mortes, apesar que em sua especialidade, não achei as cenas convincentes. Totalmente forçadas (para causar na telona do 3D) e algumas delas desnecessárias. Se a série terminou mesmo, estava na hora, pois Jigsaw morreu faz um bom tempo junto com sua ideologia. Nota: Ruim Locadora3 Acredita que depois de assistir o claustrofóbico e angustiante 127 Horas, ainda tive a coragem de conferir Enterrado Vivo? O filme de Danny Boyle pareceu um passeio no parque perto desse. A estreia do diretor Rodrigo Cortés vai muito além de sete palmos abaixo da terra. Paul Conroy (Ryan Reynolds) é um motorista de caminhão que trabalha no Iraque que, quando acorda depois de uma emboscada, se vê dentro de um caixão, contando com apenas alguns acessórios. Destacando inicialmente um isqueiro e seu celular que será sua única ajuda para sair daquela situação. Não espere histórias paralelas para respirar um pouco, o filme se passa totalmente dentro de um caixão. E com uma incrível competência de Cortés, não se vê o tempo passar. Entre hipocrisias do governo, ameaças de morte e discussões familiares, Conroy só tem ao seu lado a sua fé em conseguir fugir da morte. Nota: Ótimo Locadora4 Como ator Ben Affleck tem suas limitações, mas há o outro lado de sua carreira, onde se destacou em outras funções. Sendo roteirista ganhou o Oscar por Gênio Indomável em Melhor Roteiro Original. E em seu mais novo trabalho como ator/diretor/roteirista, Affleck não desaponta, mas também não impressiona. Atração Perigosa entrega o que se espera dele. Com uma temática já batida sobre a tentativa de redenção de um assaltante, o roteiro não traz nenhuma novidade do que já vimos. Atrai mesmo pelas eletrizantes cenas de perseguições e uma violência realista. Sem deixar de esquecer que Jeremy Renner (Guerra ao Terror) ofusca totalmente Ben Affleck com uma ótima atuação que por si só valeria a pena em assisti-lo. Nota: Bom Locadora5 Se você ficou com cara de palhaço ao final do primeiro Atividade Paranormal, não se preocupe, o segundo filme mostra mais consideração com seu público. Uma evidente sequência depois do sucesso de bilheteria, temos agora a origem de todo mal que “aterrorizou” o casal da primeira parte. A produção caprichou na qualidade e se pode dizer que esse ficou um pouco superior. Mesmo tendo as enrolações de sempre (que me deixavam mais com sono do que tenso), o demônio brincando com o aspirador e o carrinho de brinquedo, além de gostar de ficar derrubando panelas e mexendo na porta. Quando começa a ficar bom o negócio, com momentos lembrando o melhor de [Rec], resta pouco minutos de duração. Uma boa tentativa em fazer mais dinheiro, assustando pessoas sensíveis. Muito sensíveis. Nota: Regular Recomendação: Sangue Em 2007, Paul Thomas Anderson (Magnólia) foi responsável por uma obra prima sobre ambição e família. Um épico de um homem obcecado pelo poder, capaz de tudo para conseguir o que deseja. Um homem que tem tudo, mas ao mesmo tempo não tem nada. Pois como as terras que são sugadas para a extração do petróleo, ele é sugado por sua própria ganância. E quem faz esse homem, chamado Daniel Plainview, é o ator Daniel Day-Lewis numa inesquecível atuação que lhe rendeu o seu segundo Oscar de Melhor Ator. Cada momento em que aparece na tela é um show merecido de muitos aplausos. Ele consegue nos prender com um simples olhar ameaçador. Sem esquecer das brilhantes cenas com o pastor Eli Sunday (Paul Dano), onde Thomas retrata outro tipo de poder além do petróleo, a religião. Mostrando que a fé também tem seu preço. Impecável. Impactante. Imperdível. Nota: Foda