Ultimo Antes de alugar qualquer filme, gosto de saber as opiniões sobre ele. Muitas vezes elas influenciam na minha escolha, pois, querendo ou não, sempre é bom dar uma selecionada. Não dá para ficar assistindo filme todos os dias da semana, principalmente quando não há tempo. Mas em outras ocasiões, mesmo com criticas negativas, não tenho receio de conferir quando a curiosidade é maior. E esse foi o caso de O Último Exorcismo. Seguindo a linha de A Bluxa de Blair e Rec, quando acompanhamos o que o personagem filma, ou seja, o que ele não filma, temos uma equipe realizando um documentário sobre a farsa do mundo dos exorcismos. Bem interessante a premissa, quando conhecemos os truques dos exorcistas para enganar as famílias, trazendo o assunto para um lado mais realista. Um realismo precoce, pois alguns minutos a mais, o falso exorcista começa a se deparar com uma possível possessão demoníaca. No que a história se destaca, nos deixando sempre na dúvida entre o real e o sobrenatural. Um filme que pode ser considerado um mais do mesmo, mas não me arrependo de ter alugado.   Nota: Bom LendaEnquanto Zack Snyder estava trabalhando em seu novo projeto (o tão esperado por mim) Sucker Punch, estreava nos cinemas sua primeira animação: A Lenda dos Guardiões. Sou fã declarado desse diretor, deste suas obras primas como Watchmen e 300. Assim não poderia deixar passar essa novidade. Baseado nos livros de Kathryn Lasky, temos uma bela história sobre o bem e o mal. Os Puros contra os Guardiões. Dois irmãos que irão decidir o futuro de todas as corujas. Vendo desta maneira, realmente parece um déjà vu. Porém o segredo de Snyder está no visual, algo espetacular em se ver.  Gráficos bem próximos de um live-action. Uma trama simples para uma animação excelente. Nota: Ótimo EvilDepois de ter iniciado a franquia na telona, Paul W.S. Anderson volta ao mundo de Resident Evil em seu quarto filme. É lógico que neste altura do campeonato, já podemos ver que a trama do cinema criou vida própria, deixando os games apenas como inspiração para planos de fundo. Confesso que desanimei com a série ao assistir a sofrida segunda parte (destruíram o Nemesis). Nesse caso, a coisa não melhorou muito. O roteiro é raso, existente apenas para dar alguma razão para as cenas de ação. Sendo nesses momentos, o potencial de o Recomeço. Paul trabalhou com a mesma tecnologia usada em Avatar, ou seja, em matéria de 3D, o filme ficou exemplar. Porém como nem todos tem a oportunidade de assistir em terceira dimensão, não sobra muito a não ser um bom entretenimento. Nota: Regular AlmasA estreia de Sophie Barthes no cinema não poderia ter sido mais encantadora. Almas à Venda é um ótimo pedido para aqueles que são fãs de histórias nada convencionais. O filme é uma mistura de ideias de diretores já consagrados como Michel Gondry (Um Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças) e Spike Jonze (Quero ser John Malkovich, Onde Vivem Os Monstros). Seguindo esse legado, temos um Paul Giamatti interpretando a si mesmo. Muito angustiado, decide tirar férias de sua alma cansada, armazenando-a numa clínica especializada. Porém, quando percebe o erro que cometeu, descobre que sua alma foi roubada por traficantes. Isso é apenas para mostrar o quão estranho e curiosa a história pode ser.  Uma experiência que vai além da alma. Nota: Ótimo JantarSteve Carell se encontra na minha lista dos melhores comediantes da atualidade americana. São poucos os trabalhos que me desapontam. E mesmo quando o filme não é uma maravilha, já vale a pena assistir por todo seu potencial como ator. Um Jantar Para Idiotas é um desses casos. O trabalho do diretor Jay Roach não é nenhum desastre, longe disso, porém acaba se tornando comum. Igual a nova onda de comédias que saem de uma maneira exagerada no mercado Hollywoodiano. Paul Rudd é Tim, um executivo que visa uma promoção em sua empresa, mas para isso acontecer, precisa participar de um jantar excêntrico na casa do chefe. Um jantar para zombar de pessoas, consideradas por eles, idiotas. O convidado de Tim é Barry (Carell), que acaba transformando sua vida num verdadeiro inferno. Se não está muito confiante, saiba que o duelo mental entre Carell e Zach Galifianakis (do excelente Se Beber, Não Case) vale totalmente o filme. Nunca esquecerei de tão… lunático. Nota: Regular GolpistaUma opção que não deve animar os mais conservadores ou preconceituosos. Azar deles, pois O Golpista do Ano é um belo filme. Jim Carrey voltando a fazer um bom drama, mesmo que o trabalho dos diretores John Requa e Glenn Ficarra possa parecer uma comédia. Drama ou comédia, o que não se pode negar é a sua história de amor. Steven Russell (Carrey) é um policial que após sofrer um acidente, decide revelar para a esposa sua homossexualidade. Assim, começa a viver o Carpe Diem. Porém, para manter sua boa vida começa a especializar em golpes e, numa de suas prisões, acaba conhecendo o amor de sua vida, Phillip Morris (Ewan McGregor). Baseado numa história real, O Golpista do Ano nos mostra que não devemos ter medo de viver e o que nossas ações podem interferir em quem somos. No que perdemos. Nota: Ótimo ColetoresOs Coletores é o tipo de filme arriscado em se assistir. Pode ser considerado péssimo ou ótimo. Ruim ou bom. Depende do estado de espírito do público. É uma boa ficção científica, Miguel Sapochnik sabe tirar o potencial da história e chocar quem for muito sensível. Pois como o nome já diz, Jude Law e Forest Whitaker trabalham para uma firma de órgãos artificiais que quando o paciente não paga dentro do prazo, os dois fazem uma visita para coletar o órgão de volta. Não importa o estado do cliente. O problema é quando um dos dois torna-se a caça. Apesar de momentos exagerados na trama, o trabalho é satisfatório e corajoso. Além de ser bem trash. Nota: Bom Recomendações: SevenNa minha opinião, um dos melhores filmes da brilhante carreira de David Fincher. Diretor reconhecido por seu belo trabalho em O Curioso Caso de Benjamin Button e do sucesso cult Clube da Luta, conseguiu criar mais um clássico em sua filmografia. Seven – Os Sete Crimes Capitais conta, mais uma vez com a parceria de Brad Pitt interpretando um policial novato, a história de um serial killer que usa um método excêntrico nas vítimas. Os assassinatos acontecem de acordo com os setes pecados capitais: Gula, Cobiça, Ira, Preguiça, Luxúria, Inveja e Vaidade. Morgan Freeman em seus melhores momentos da sua carreira. Um filme que fará você prender a respiração enquanto não descobrir a mente do assassino. Nota: Foda Gunp “Run, Forrest, Run”. Quem já conferiu esse clássico nunca esquecerá desta frase. E quem não assistiu, irá se emocionar cada vez que ela for anunciada. Forrest Gump – O Contador de Histórias é uma jornada sobre o amor. O aclamado diretor Robert Zemeckis (responsável pela série De Volta Para o Futuro), junto com o roteiro de Eric Roth, nos apresenta uma fábula sobre superação, amizade e amor. Ou seja, sobre a vida. Vencedor de 6 Oscars, entre eles Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Ator para Tom Hanks. Forrest é um rapaz com o QI abaixo das outras pessoas que consegue provar através de seu caráter e talento, o quanto uma pessoa pode alcançar quando está determinada aos seus objetivos. Mesmo se for apenas para correr. Nota: Foda Vida Uma obra de arte por um artista chamado Roberto Benigni. O primeiro trabalho que assisti do ator/diretor foi O Monstro, sendo uma das melhores comédias já vistas por mim. E entre os melhores filmes está A Vida é Bela. Benigni interpreta Guido, um judeu que diante da 2ª Guerra Mundial não deixa que seu filho perceba o sofrimento ao redor. O encantador desse filme é como todo o tema do holocausto é abordado. Geralmente temas assim, fazem histórias tristes. Não que A Vida é Bela não tenha sofrimento, mas a suavidade que a história é contada, acaba se tornando algo genial. Percebemos que deixa de ser um filme sobre o nazismo para ser sobre o amor à família. O amor ao lado bom da vida. Nota: Foda Taxi Faz um tempo que estava devendo em assistir esse clássico de Martin Scorsese (Ilha do Medo). Não sei porque demorei tanto, pois é o tipo de tema que me interessa e muito. Adoro histórias sobre o comportamento humano em relação ao seu meio. E Táxi Driver é a vida no seu pior dia. Robert De Niro (quando ainda era um monstro na atuação)  faz um taxista solitário que assiste no seu cotidiano o lado mais obscuro das ruas. O lixo da cidade. E se vê impotente diante tal cenário, além de se alimentar pelas falsas promessas dos políticos. Mas depois de vários problemas pessoais, Travis (De Niro) resolve fazer justiça pelas próprias mãos, o que pode valer sua própria vida. Nota: Foda Lunar Anunciado direto para a locadora, o filme de estreia de Duncan Jones (filho de David Bowie) é uma ótima opção para os amantes da ficção científica. Lunar é sobre o astronauta Sam Bell (numa atuação digna de prêmios de Sam Rockwell) que após três anos na estação lunar, está prestes a voltar para sua família. Porém, depois de um acidente, Sam precisará enfrentar eventos estranhos contra ele mesmo. Seguindo a linha filosófica de 2001 – Uma Odisseia no Espaço e Alien – O Oitavo Passageiro, Duncan Jones entra, acompanhado por uma trilha sonora belíssima de Clint Mansell, com o pé direito no cinema. E deixa sua marca na lua da sétima arte. Nota: Ótimo Mundo Conhecido afora como o último filme do ator Heath Legder, O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus é tudo que o mestre Terry Gilliam (Irmãos Grimm) tem de melhor.  A história da trupe de teatro que usa um espelho mágico para levar seus clientes ao mundo de pura imaginação, é um licor cinematográfico que deve ser degustado aos poucos. Terry trabalha com os efeitos visuais com uma habilidade original e criativa que poucos cineastas possuem. Lembrando os velhos tempos de Monty Phyton. Mesmo com a morte do ator no decorrer das filmagens, o produto final não ficou prejudicado. Arrisco a dizer que a história não poderia ser contada de outra maneira. A entrada dos atores (e amigos de Legder) Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell acrescentou uma qualidade inexplicável ao roteiro. O que já era bom, acabou ficando ainda melhor. Heath Legder encerrou sua carreira de uma forma genial. Mesmo contra a própria vontade. Nota: Foda