a "Se você tem um problema, se ninguém pode ajudá-lo e se você puder achá-los, talvez você possa contratar o Esquadrão Classe A". Dirigido por Joe Carnahan (A Última Cartada), a adaptação do seriado oitentista chegou para ser um dos melhores filmes de ação de 2010. Sou grande fã do gênero, principalmente quando envolve tiros, explosões, acompanhados de grandes momentos de humor e de cenas super criativas e lunáticas. Esquadrão Classe A tem tudo isso e muito mais. A história é convicente e o quarteto está ótimo. John "Hannibal" Smith (Liam Neeson) é o líder e quem elabora os planos. O tenente Templeton "Cara-de-Pau" Peck (Bradley Cooper) não deixa passar uma mulher nos seus braços. O sargento Bosco "BA" Barracus (Quinton Jackson) é o alívio cômico ao lado do meu preferido integrante capitão H.M. Murdock (Sharlto Copley). Um esquadrão que não aceita ficar em segundo plano. Nota: Ótimo Os Mercenários Stallone, Statham, Lungren, Rourke, Willis e Schwarzenegger. O que há de comum nesses nomes? São todos figurinhas marcadas do gênero mais explosivo que dominou os anos 80: a ação. Agora todos eles estão estrelando Os Mercenários. Uma nostálgica aventura escrita, dirigida e produzida por Silvester Stallone. A ação realista do agente Bourne passa longe. Temos aqui bombas e tiros praticamente infinitos. O número de corpos derrubados são mero detalhe perto dos musculosos ícones e suas metralhadoras. Não espere uma trama bem elaborada prestes a virar tese de faculdade. O objetivo é divertir. Alguns dos nomes citados fazem apenas uma participação, sendo eles Bruce Willis (provável vilão da continuação) e o austríaco Schwarzenegger. Mas já vale a experiência de poder conferir os três amigos contracenando juntos e fazendo piadas internas. Além de ver o inglês forçado da brasileira Gisele Itié. Stallone não quer ganhar prêmios, só pretende fazer o que mais gosta: destroçar bandidos e salvar as pessoas indefesas. Nem que seja por algumas horas. Nota: Bom dAdaptação de uma HQ da DC Comics, Jonah Hex conta a história de um caçador de recompensas que nutre o ódio pelo responsável da morte de sua família. Quando surge a oportunidade de se vingar, não medirá esforços conseguir seu objetivo. O visual do filme é bacana para quem curte um faroeste. Josh Brolin convence como o caçador e John Malkovich faz sua parte como o vilão sulista. Megan Fox só está ali para atrair os marmanjos e trazer mais público ao filme. De resto, uma história super corrida de fazer inveja a Michael Bay (nunca vi um final tão apressado). Fique por sua conta e risco alugá-lo. Vai que é o filme da sua vida? O meu não foi. Nota: Regular b Quem acompanha meus textos sabe que nunca escondi minha paixão pelo terror. E todo esse sentimento veio com os filmes de seriais killers, especialmente dos lendários  Jason e Freddy Krueger. A ansiedade pelo remake de A Hora do Pesadelo, dirigido agora por Samuel Bayer, era imensa. E depois de assisti-lo tive a certeza de que certos ícones não devem ser reinventados. O novo filme está com uma abordagem mais realista, principalmente na caracterização de Freddy. Mas como trazer para a realidade um homem que mata através dos sonhos? A Hora do Pesadelo é algo surrealista e não o contrário. Jackie Earle Haley até se esforça em fazer um Freddy mais atormentado e assustador (em alguns momentos com emoção), mas passa longe do bom e velho sádico que tinha prazer em assassinar. Amava a crueldade. Ria com o sofrimento de suas vítimas. Um filme bom para relembrar, mas dispensável na série. Nota: Ruim c Outro filme dispensável se formos pensar como sequência é [REC] 2. Quando assisti o primeiro, considerei um dos melhores filmes de terror da geração handcam. Ou melhor, poderiamos classificar como “não-importa-o-que-aconteça-nunca-solte-a-câmera”.  A continuação começa pouco tempo depois do fim de seu antecessor. Com uma equipe de policiais acompanhados por um padre que está ali atrás de uma cura e um encontro com o demônio. Isso mesmo, as pessoas não estavam com nenhum vírus e sim possuídas por um ser maligno. Algo bem forçado, mas ainda aceitável. As cenas continuam assustadoras e tensas, porém o filme perde muito quando fica claro que só houve a continuação por causa do sucesso do primeiro. Mesmo tentando inovar um pouco para não cair no mais do mesmo, o único demônio ali foi o dinheiro. Nota: Bom e A Epidemia é um ótimo exemplo de como fazer um remake de respeito. O filme em questão é nada mais  nada menos do que um dos clássicos do mestre George A. Romero, “O Exército do Extermino” (1973). Breck Eisner entrega para os fãs um prato cheio do terror. A cidade de Ogden Marsh começa a mudar quando seus habitantes se tornam pessoas violentas sem nenhuma explicação. A história realmente se desenvolve com a chegada do exército. E como não poderia faltar numa trama de Romero, a crítica social está presente em cada atitude de seus personagens. Principalmente das forças armadas norte-americanas. Não é mais um filme de sobrevivência, é um anúncio do fim. Nota: Ótimo f Tom Cruise e Cameron Diaz. O que esperar? Uma comédia romântica? Talvez. Mas nem tanto. Nas mãos de James Mangold (Os Indomáveis) Encontro Explosivo é um filme de ação para mulheres. Para quem é fã de Tom Cruise na série Missão Impossível sairá satisfeito com suas acrobacias malucas. Para quem curte o lado bem humorado de Diaz também não terá do que reclamar. Sendo assim, os dois juntos protagonizam um dos filmes mais curiosos deste ano. Nada ótimo, mas interessante. Tom é Roy Miller, um agente secreto que para provar sua inocência envolve a carente June Havens em perseguições de tirar o folêgo. Uma sinopse bem sessão da tarde para um filme bem sessão da tarde. Nota: Bom dragao Atualmente a segunda mais famosa empresa de animações, a DreamWorks começa a se desprender da dinastia Shrek. Depois do ótimo Kung Fu Panda, já se notava uma certa preocupação na dramatização de seus personagens e não apenas na elaboração das piadas. Como Treinar o seu Dragão é o filme mais próximo dos belos trabalhos da Pixar. É um grande passo. Ou um enorme voo como preferir. Acompanhamos o garoto Soluço (Jay Baruchel), um viking que é uma vergonha para seu pai e a aldeia por não saber matar dragões. Mas tudo muda quando sua tribo sofre mais um ataque e ele consegue atingir o dragão mais temido: o Fúria da Noite. O que era para ser sua redenção, acaba se tornando uma bela amizade entre o menino e o dragão. E seu verdadeiro desafio será fazer seu povo entender que os dragões não são realmente o verdadeiro inimigo. O melhor filme da DreamWorks. Até agora. Nota: Foda g M. Night Shyamalan despontou no cinema com o clássico do suspense O Sexto Sentido. De lá pra cá seus filmes mostram uma decadência de sucesso fazendo a alegria dos críticos de plantão. Em muitos casos as críticas são válidas como no lamentável Fim dos Tempos. Mas em outros trabalhos ainda mostrava sua genialidade como escritor e diretor em a Vila. Agora com sua primeira adaptação digamos que como diretor foi competente, mostrando que sabe trabalhar com efeitos especiais. Contudo o roteiro é fraco. O Último Mestre do Ar é a adaptação do famoso desenho da Nickelodeon que antes de mais nada sou fã. A lenda do avatar Aang que desperta do seu sono para devolver a paz para as quatro nações Ar, Água, Terra e Fogo está bem fiel ao desenho. O problema é que o desenho é longo e o filme curto. Shyamalan não soube condensar a trama. O aceitável seria no mínimo 120 minutos. Em vista que esse filme conta a primeira temporada da série, o livro um, a origem do avatar. Para quem não conhece a animação ficará perdido com tanta informação passada em pouco tempo. Além das breves lutas que irão empolgar em sua maioria os fãs. Para o resto do público resta um bom entretenimento. Nota: Regular