Fita A Fita Branca, filme de Michael Haneke (Violência Gratuita), é um argumento sobre como atitudes repreensivas podem ficar marcadas no modo de vida de uma sociedade. Uma aldeia, no território alemão, começa a acontecer estranhos acidentes, assustando o povoado e fazendo crescer o medo entre as pessoas. Além de muitos segredos serem guardados pela famílias mais tradicionais da região. O mérito de Haneke é nos fazer pensar na geração de jovens retratada na história. Não poderiam ter pensamento diferente diante de tanta violência e abusos sofridos por quem mais confiaram. E todo esse sofrimento virou motivo para o ódio crescente em cada personalidade daquelas crianças. Crianças que se tornariam líderes algum dia. Nota: Foda ChicoIndependente de religiões, Chico Xavier deve agradar um grande público, o que já foi provado pelo seu grande sucesso nos cinemas. Daniel Filho (Se Eu Fosse Você), junto com o roteirista Marcos Bernstein, mostra o homem atrás do mito durante toda a sua vida, pegando por base o livro “As Muitas Vidas de Chico Xavier” de Marcel Souto Maior. Pode até duvidar do seu poder como médium, porém a sua paixão pela fé, era algo indiscutível. Admirável. Verdadeira. O ator Nelson Xavier é o próprio Chico em pessoa. Além da semelhança, sua atuação é de receber aplausos. Apenas um dos méritos do filme que no final das contas, a mensagem que temos, vai muito mais além do que a outra vida pode nos contar. Nota: Ótimo Uma noite Steve Carell e Tina Fey garantem muita diversão para quem acompanha as séries The Office e 30 Rock. Agora os dois estão juntos como um casal chato de New Jersey, decididos sair da rotina para dar uma animada na relação. Porém essa escolha, junta com outras erradas, vão mudar a noite do casal e nos proporcionar muitas risadas. O filme não vai nada além do que entreter seu público e cumpre bem seu papel. Consegue se destacar com boas piadas e ótimas situações constrangedoras da dupla. Ou seja, uma ótima escolha para você sair da rotina. Nota: Bom Panico Tenso. Essa palavra define Pânico na Neve. Bom filme de Adam Green. Nada revolucionário ou que faça ser o filme da sua vida. Mas cumpre seu real objetivo: fazer as pessoas roerem as unhas de nervosismo. Os três amigos que ficam presos em um teleférico, em pleno cenário deserto e frio, já é um bom motivo para apreensão. Agora imagine lobos esfomeados e uma tempestade de neve para dificultarem mais ainda a vida deles e os aproximarem da morte. Uma morte que o inferno irá parecer um paraíso. Nota: Bom Verde Paul Greengrass saiu da franquia Bourne, para fazer nada mais nada menos do que um Bourne disfarçado. E em plena guerra do Iraque. Claro que teria Matt Damon ao seu lado  para o papel principal, descobrindo conspirações, enfrentando bandidos corpo a corpo, com muita câmera se movendo enquanto acontece as cenas de ação, e assim vai a tentativa de repetir o sucesso do seu último trabalho. O problema é a velha sensação do mais do mesmo. Tudo acaba se tornando uma enrolação e você se vê mais perdido do que o agente Roy Miller nesta zona confusa. Nota: Regular Recomendação: Elite Tropa de Elite 2 já está a nossa disposição. Porém essa tão esperada continuação, não seria tão esperada se não fosse pelo primeiro e ótimo filme. Quando estreou, muita gente conhecia o filme graças a pirataria. Ou melhor, ao comércio popular. Isso ajudou na divulgação e transformou a história numa febre entre os brasileiros. Mas esquecendo um pouco os bordões, a sensacional atuação de Wagner Moura, as ótimas cenas de ação, Tropa de Elite foi um salto para o nosso cinema, que tinha se iniciado com Cidade de Deus. Agora temos em nosso território, um perfeito blockbuster para Hollywood nenhum botar defeito. Envolvido com uma execelente trama e críticas contra o sistema de segurança pública, tudo acompanhado pela visão do ícone Capitão Nascimento, José Padilha mostrou que nós também sabemos fazer filmes de ação. Para deixarmos de ser aspiras de merda e entrar de vez na elite do cinema mundial. Nota: Foda