Enquanto curto minhas pequenas férias, aproveito para assistir alguns filmes que estavam pendentes em minha lista. E a Locadora de hoje é de alguns lançamentos que aluguei nesses últimos dias. Alguns adorei, outros são legais e tem uns que não vale a pena nem passar perto. Há outros filmes, porém, ganharão um post próprio. Enquanto isso, abaixo algumas opções para as suas férias, ou não:
G.I. Joe: A Origem de Cobra. Dirigido por Stephen Sommers (A Múmia) é uma boa opção para a família. Para assistir enquanto conversa com os amigos, come aquela pipoquinha, ou seja, o perfeito exemplo de filme pipoca ao extremo.
Inspirado nos bonecos da Hasbro, os Joes são soldados de uma unidade militar secreta que apoia o governo em situações perigosas. E no enredo veremos como surgiu o grupo terrorista Cobra. Repleto de ação, não há muito descanso para pensar, mas poderá tomar seu refri sussegado.
Só não gostei dos efeitos especiais. O tempo dos efeitos serem parecidos com um jogo de video-game já passou. Que probreza. Vale a pena assistir mesmo por causa da cena de perseguição com aquelas maneiras roupas tecnológicas e a luta de espada entre os irmãos ninjas. E até agora estou com uma dúvida que me aflige: o que diabos o Brendan Fraser faz no filme? Se alguém puder me responder, agradeço.
 
Nota: Bom

Mark Neveldine e Brian Taylor. Já viu esses nomes em algum lugar? É os criadores do lunático filme Adrenalina. Não sou fã da maneira deles gravarem cenas de ação.
Parecem Michael Bay, não dá um tempo para vermos o que está acontecendo. Querem chocar o público com cenas rápidas e esquecem que a câmera também é uma forma de narrativa.
Porém isso é minha opinião e impressão. Não posso negar que os caras são um poço de criatividade e mostram isso em seu mais novo projeto: Gamer.
Imaginem The Sims e Counter Strike com seres humanos. É essa a proposta, mostrar de como nós seres "humanos" estamos cada vez mais controlados. Um tipo de Matrix da era dos consoles super modernos.
Para quem gosta de ação frenética e um visual lunático, é uma boa pedida.
 
Nota: Bom
Depois de sete anos dirigindo Homem Aranha, o criador da trilogia Uma Noite Alucinante volta ao gênero que o consagrou. E Sam Raimi mostra que não perdeu a mão. 
Arraste-me para o Inferno funciona como uma homenagem ao terror antigo com alguns efeitos de computador do séc. 21. Temos uma história batida, sobre uma velha que lança uma maldição numa jovem que tentará fazer de tudo para se livrar e escapar da iminente morte.
Interessante mesmo são os sustos e o suspense que estão muito bem espalhados entre uma música orquestrada e outra.
Terá horas que não conseguirá piscar de tanta tensão ou até se divertir com o pouco de humor que só Sam Raimi e seu irmão conseguem criar.
 
Nota: Bom
Nem tudo são flores na terra do cinema, depois de ler vários comentários negativos sobre o novo filme de Michael Bay, fiquei super curioso para ver se realmente faziam sentido, pois o primeiro Transformers foi de tirar o chapéu. E a Vingança dos Derrotados é uma verdadeira derrota. Fraquíssimo.
Paro para pensar, será que o público de filmes de ação e aventura não merece ser levado a sério? É só colocar dezenas de robôs lutando entre si com piadas infames e sem criatividade nenhuma para agradar as pessoas? A nossa inteligência precisa ser posta em dúvida? É isso que Transformers 2 é! Um mar de exageros do já exagerado Michael Bay peidando como os robôs na cara de seu público.
E para o terceiro filme os roteiristas Roberto Oci e Alex Kurtzman (Star Trek) largaram a guerra para o novato Ehren Kruger que foi o responsável pelo péssimo humor pastelão. Muito medo do que se aproxima.
 
Nota: Regular
O nosso cinema adora umas comédias, raramente temos filmes de mais gêneros até por causa de incentivos. E o que esperarmos de os Normais 2? Muita diversão, com certeza.
Este é mais fiel à encerrada série global. O primeiro estava mais para uma comédia romântica, enquanto Os Normais 2: A Noite Mais Maluca de Todas é a favor da alegria esculachada. Sou muito chato para comédias, mas nesse caso teve horas que não me aguentava de tanto rir.
Rui (Luis Fernando Guimarães) e Vani (Fernando Torres) estão impecáveis novamente em novas situações constrangedoras. Podem não cantar muito bem, mas continuando encantando com suas piadas agressivas.
E que continuem vivendo uma vida louca.
 
Nota: Bom
Ano Um. Nota Dois. Quando vi a sinopse parecia interessante a premissa. Dois caras das cavernas expulsos de sua tripo fazem uma jornada passando por momentos importantes de nossa História.
Mas o que vemos é Jack Black interpretando Jack Black e Michael Cera interpretando Michael Cera.
Numa jornada que vai se tornando desinteressante ao passar dos minutos, um humor forçado daqueles que parecem estar dizendo: "Ria seu idiota, estou fazendo uma graça".
Ou sou muito sério ou comer merda de urso não tem graça mesmo. Sem falar da briga entre os irmãos Caim e Abel. Um filme para passar no Cinema em Casa e apenas uma vez.
 
Nota: Ruim
E, por último, um para as crianças. Quero dizer, para as crianças e os adultos. As crianças irão gostar do grupo de Porquinhos da Índia e suas piadas infantis, enquanto os adultos curtem, junto com as crianças, as cenas de ação também infantis.
O problema do filme é que tenta agradar crianças e adultos ao mesmo tempo e tive a impressão que acaba se perdendo. Sem falar que parece mais uma maneira de divulgar o Black Eyed Peas, pois a cada momento toca uma música nova deles.
Porém isso é apenas meu ponto de vista, pode alugar para seus filhos sem nenhum problema. Mas entre esse e as animações da DreamWorks e Pixar, escolha as animações.
 
Nota: Regular