História de um garoto que acidentalmente perde a visão e, por falta de recursos, seus pais são obrigados a mandá-lo para uma escola rigorosa para o tratamento de sua recente cegueira.
Dirigido, escrito e produzido por Cristiano Bortone, o drama envolve e emociona pela sua sensibilidade.
A sensibilidade de um menino italiano que aprimora seus sentidos, principalmente com os sons, e transforma a vida de todos que acompanham a sua trajetória. Até de quem assiste.
Um filme para não deixar de ver e sentir.

Nota: 10

Bolt é a primeira cria depois que John Lasseter (Toy Story, Carros) assumiu o cargo de diretor criativo da Disney. E com essa união Disney-Pixar não poderia sair algo ruim.
E foi um alívio para a Disney depois de passar alguns anos com animações anos-luz do que um dia esta empresa já nos encantou, com que seu criador já idealizou.
Não que Bolt seja uma obra prima da sétima arte, mas já traz o lado crítico e emocional da marca Pixar. Aquela marca que atinge seu coração e faz você rir quando está chorando. E vice-versa.
Temos aqui uma crítica consistente ao mundo do entretenimento e o apego do animal com o seu dono.
Recomendação máxima para os adoradores de uma boa animação. E para quem ama seu cachorros.

Nota: 9
O interessante desse filme é que ele tem dois lados para serem analisados. Quem disser que é uma bosta está certo. E quem disser que é ousado também.
Direto para DVD, O Justiceiro em Zona de Guerra nos traz um anti héroi basicamente foda. Matador. Macho Man. Raramente se vê nos filmes do gênero. Não tem dó de matar os bandidos e acaba com todos derramando litros de sangue. Um verdadeiro Punisher.
Porém conseguiram cagar no vilão. Totalmente caricato, previsível, idiota, sem noção e incompetente. O pior vilão que vi para o cinema. Sem falar da maquiagem capenga que fizeram para mostrar o seu retalho. Em vez de chocar, nos faz rir.
Um produto que poderia ser bom, mas foi punido.

Nota: 5
Nem preciso lembar que o diretor Paul Verhoeven (Vingador do Futuro, Robocop, O Homem sem Sombra) adora uma polêmica. E gosto disso. Gosto do diretor que não se preocupa com a censura e consegue fazer o filme que imaginou. Se não fosse assim, nunca teríamos a famosa cruzada de perna de Sharon Stone. Essa parte é fichinha comparada as cenas de sexo que é para crianças se formos ver as cenas de violência.
Digo apenas que é um puta de um suspense. Um dos melhores que já assisti. Adoro o gênero e sou muito exigente quanto a ele.
Um drama policial instigante que nos faz dormir com a incerteza debaixo da cama.

Nota: 9
Al Pacino. Preciso escrever mais alguma coisa? Claro que preciso e quero escrever.
Perfume de Mulher foi o filme que me fez gostar de dramas. E devo muito a ele.
A cena do Tango com a música Por Una Cabeza é uma das mais memoráveis e até imitada por James Cameron.
Pacino está em sua plena forma e realiza uma belíssima atuação que lhe rendeu o Oscar.
Nunca esquecerei o quanto Charlie Simms sofreu nas mãos do coronel aposentado Frank Slade. E como esse mesmo homem mostrou a importância do caráter.

Nota: 10