Dois irmão fugitivos. Seth (George Clooney) e Richard (Quentin Tarantino) estão a caminho do Inferno. Até que suas vidas se tornem um pesadelo, sequestram uma família como reféns e vão até um bar encontrar um amigo. Porém quem os espera é o verdadeiro demônio em forma de criaturas macabras.

Tem filmes que acabamos esquecendo ao decorrer dos anos e voltam com uma força de uma hora para outra em nossa cabeça. Este é o caso de Um Drink no Inferno, dirigio pelo caubói Robert Rodrigues (Sin City). Na época que assisti, fiquei admirado pelas cenas de morte e o humor inteligente empregado no roteiro. Porém só hoje posso expressar de forma mais madura minha impressão. Para quem gosta de um terror trash, é obrigatório assisti-lo.

Nota: 9

Agora como produtor, o genial Judd Apatow (O virgem de quarenta anos) nos entrega mais uma ótima comédia. Dois amigos que estão a poucos dias do término do colegial e de sua amizade. E para fecharem com chave de ouro o ano estudantil para depois irem para faculdades diferentes, se propõem a levar bebidas para a festa de suas vidas. E quem sabe perderem a virgindade.
Parece mais uma daquelas comédias idiotas sobre adolescentes. E aí que o filme se supera. Não é sobre garotas, sexo, valentões e nerds. O assunto é a amizade masculina. Os garotos tentam esconder a tristeza de ver seu melhor amigo trilhar outro caminho e acabam se perdendo nas suas próprias decisões. E sem falar nas aventuras de dois policiais, Seth Rogen outra vez brilhante, que praticamente roubam as cenas do filme.

Nota: 8
O que esperar de mais um Velozes e Furiosos? Carros tunados em sua máxima velocidade, mulheres lindas, muita rivalidade e manobras radicais. Ninguém esconde, além dos envolvidos com o filme, que o quarto capítulo da série, na verdade, é como se fosse a verdadeira continuação do primeiro. E não é para menos, os quatro personagens principais do ínicio voltaram para mais uma aventura. E claro, Velozes e Furiosos sem Vin Diesel, perde totalmente seu nitro.

Justin Lin, que dirigiu o comercial de Drift em "Desafio em Tóquio", volta para a franquia. Não digo que melhorou muita coisa, apenas fez o que tinha que fazer: um bom filme de corrida (melhor que os dois últimos). A diferença agora é que o roteiro tenta ser levado mais a sério.

Nota: 7